O papel do Silicone na Espuma Flexível

O Silicone surfactante é um estabilizador e regulador celular fundamental para deixar as células uniformes, pequenas e abertas, mantendo a altura do bloco e evitando rachos ou até mesmo colapsos. Além disso, possui papel importante na manutenção da densidade média no topo/meio/fundo dos blocos e proporciona uma latitude de trabalho segura nas variações de utilização […]

O Silicone surfactante é um estabilizador e regulador celular fundamental para deixar as células uniformes, pequenas e abertas, mantendo a altura do bloco e evitando rachos ou até mesmo colapsos. Além disso, possui papel importante na manutenção da densidade média no topo/meio/fundo dos blocos e proporciona uma latitude de trabalho segura nas variações de utilização de estanho e amina. Isso quer dizer que, se houver pequenas variações nos níveis de estanho, sejam variações para mais ou para menos, o silicone ajudará a evitar que o bloco se feche ou que apareçam rachos e colapsos.

O Silicone correto, além das características citadas acima, melhora acentuadamente as propriedades físicas da espuma (resiliência e deformação) e diminui as perdas no processo por rachos, retrabalhos, etc. Pode ser indicado de acordo com o processo, tipo e a densidade da espuma. Quanto menor a densidade da espuma, necessita-se de um silicone com maior perfil de estabilização e menor perfil de surfactação e, consequentemente, quanto maior a densidade da espuma, necessita-se de um silicone com menor perfil de estabilização e maior de surfactação.

O ideal, para se obter o máximo desempenho, é utilizar um silicone para baixa densidade, um para média e outro para alta; nada impede que se façam todas as densidades com um único tipo de silicone, porém é necessário sempre fazer o ajuste da estrutura da formulação.

Confira abaixo o vídeo do comparativo de dois silicones em uma mesma formulação. Um silicone está adequado à formulação e o outro está desajustado:


Confira também o Artigo “A importância dos Catalisadores na Fabricação de Espumas Flexíveis de PU” [Clique Aqui]


Tecnologia para Espumas Flexíveis

A Amino tem um portfolio completo de Silicones para diversos tipos de espumas flexíveis, densidades e processos. Além disso, contamos com laboratórios e uma equipe técnica especializada para ajustes de formulações, processos e adequação das espumas de acordo com as normas técnicas de cada aplicação.


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Conheça as principais vantagens das Espumas Flexíveis de PU

A espuma flexível de PU pode ser produzida com várias densidades e graus variados de dureza, tornando-a a melhor escolha para várias indústrias, como por exemplo: colchões, móveis, estofados, indústria automotiva e calçadista. Podem ser produzidas em baixa ou larga escala, utilizando desde equipamentos simples aos mais sofisticados. Um dos fatores que mais se destacam […]

A espuma flexível de PU pode ser produzida com várias densidades e graus variados de dureza, tornando-a a melhor escolha para várias indústrias, como por exemplo: colchões, móveis, estofados, indústria automotiva e calçadista. Podem ser produzidas em baixa ou larga escala, utilizando desde equipamentos simples aos mais sofisticados. Um dos fatores que mais se destacam nas Espuma Flexível de Poliuretano é a sua enorme versatilidade: podem ser produzidas de forma personalizada para cada tipo de aplicação, resultando em produtos com alta qualidade e valor agregado, gerando diferenciação e competitividade para os fabricantes.

Mercado Moveleiro: um dos principais setores para as Espumas Flexíveis:

Na indústria de móveis de médio/alto padrão, por exemplo, existe uma demanda crescente pela utilização de espumas flexíveis especiais. Por exemplo, as espumas visco elásticas são utilizadas em móveis onde se requer maior conforto e consequentemente o custo é maior com esses produtos. Neste sentido é possível perceber maior conscientização do consumidor final, no qual há uma maior preferência e exigência por conforto, menor resiliência e durabilidade, que são as principais características deste tipo de espuma.

As fábricas cada vez mais estão enxergando nichos de mercado e adequando suas espumas de maneira a conseguir maior penetração de mercado e diferencial competitivo.

Vantagens das Espumas Flexíves de PU:

Flexibilidade de Utilização:

As espumas flexíveis de poliuretano são muito versáteis e de alta personalização, adaptando-se também aos processos de fabricação. Elas são uma opção muito vantajosa para muitos produtos que estão amplamente presentes no dia a dia de todas as pessoas.

Custo-Benefício:

As espumas flexíveis de PU possuem um custo baixo comparado a outros materiais, podendo ser amplamente exploradas em diversas aplicações, se adaptando aos processos de fabricação e evitando desperdícios.

Durabilidade:

Com uma formulação ideal para cada aplicação, é possível promover uma durabilidade superior em cada produto, garantindo um produto final de alta qualidade.

Principais Segmentos de Aplicação:

Podemos listar alguns segmentos de mercado onde a Espuma Flexível de poliuretano é amplamente usada, por exemplo:

Setor Moveleiro:

● Colchões

● Travesseiros

● Estofamento

● Almofadas

Setor Automotivo:

● Assento

● Encosto

● Apoio de cabeça

● Dublagem de tecido para banco.

Setor Calçadista:

● Palmilha

● Cabedais

Vestuário:

● Bojo

● Roupas

● Acolchoado.

Produtos de limpeza:

● Esponjas de Limpeza

● Esponjas de banho.


Confira também o Artigo “[Guia Completo] Tudo o que você precisa saber sobre Espumas Flexíveis” [Clique Aqui]


Tecnologia para Espumas Flexíveis

A Amino fornece a mais completa linha de soluções para Espumas Flexíveis de Poliuretano.

Silicones, Aminas, Pigmentos, Aditivos, Aglomerantes e Sistemas prontos para uso compõem um portfólio consistente quando o assunto é Poliuretano. Além disso, contamos com uma equipe técnica com os melhores especialistas em Poliuretano para ajudar e guiar nossos clientes pelo melhor caminho, aliando a qualidade das matérias primas com maior eficiência nos processos.

Confira algumas soluções da Amino para Espumas Flexíveis:

Aditivos de Performance

  • Silicones Surfactantes
  • Catalisadores Amínicos de Expansão e Gelificação
  • Catalisadores retardados
  • Octoato de estanho
  • Pigmentos em Líquido e em Pasta
  • Aditivo promotor de adesão (flame bonding)
  • Aditivo abridor de célula
  • Aditivo para alongamento e rasgo
  • Aditivo de dureza
  • Aditivo anti scorching
  • Antichama halogenado e não-halogenado)

Sistemas Flexíveis prontos para uso

  • Visco elástico para processo em bloco all MDI
  • Visco elástico para processo em bloco base TDI
  • Visco elástico para processo moldado base MDI
  • Sistema hiper soft para processo em bloco base TDI
  • Sistema hiper soft para processo moldado base MDI
  • Sistema flexível HR processo em bloco base MDI
  • Sistema flexível HR processo em bloco base TDI
  • Sistema flexível HR moldado base MDI e base TDI

Produtos Complementares para Espumas Flexíveis

  • Cola de Aglomerado
  • Adesivo para colagem de espuma com fibra (esponja)
  • Mantas gel

Para saber mais sobre a Tecnologia Amino, entre em contato pelo telefone 11 4077-3777 ou e nos envie um email: vendas@amino.com.br

A importância dos Catalisadores na fabricação de Espumas Flexíveis de PU

Por que o Catalisador é importante? Os catalisadores desempenham um papel fundamental no processo de fabricação de espumas de poliuretano através do controle das reações de polimerização e expansão. Além de alterar a velocidade destas reações, os catalisadores influenciam consideravelmente nas propriedades físicas finais da espuma. Apesar da baixa concentração dos catalisadores na formulação, a […]

Por que o Catalisador é importante?

Os catalisadores desempenham um papel fundamental no processo de fabricação de espumas de poliuretano através do controle das reações de polimerização e expansão. Além de alterar a velocidade destas reações, os catalisadores influenciam consideravelmente nas propriedades físicas finais da espuma.

Apesar da baixa concentração dos catalisadores na formulação, a escolha ideal é fundamental para preservar a qualidade da espuma final, evitando rachos, amarelamentos (scorching) ou retrocessos excessivos e perdas, etc.

Dependendo do processo de produção, há três tipos de catalisadores que precisam ser definidos: 1) catalisador de polimerização 2) catalisador de expansão, 3) catalisador balanceado (polimerização /expansão). Nos três casos, se houver necessidade, recomenda-se utilizar os catalisadores com creme retardado (bloqueado), facilitando o processo e auxiliando na eliminação de bolhas de ar.

É necessário também uma perfeita combinação do catalisador amínico com o catalisador organometálico a fim de exercer uma reação balanceada proporcionando espumas com maior permeabilidade ao Ar (passagem de ar) e espumas mais resilientes e com baixa deformação permanente.

Confira abaixo mais detalhes sobre cada um destes catalisadores:

Tipos de Catalisadores

É possível dividir os catalisadores para espumas flexíveis de poliuretano em duas categorias: Amínicos e Organometálicos.

Catalisadores Amínicos

Polimerização / Gelificação

Têm como principal função promover a reação do poliol + isocianato, mas também contribui para a reação da água + isocianato, em muitos casos somente a Amina de polimerização é o suficiente para fabricar espuma de poliuretano convencional, mas na grande maioria se faz necessário a utilização de um catalisador de expansão.

Expansão

Têm como principal função promover a reação da água + isocianato, gerando gases que promove a expansão da espuma.

Balanceado

O balanceamento dos dois catalisadores polimerização e expansão proporcionam um equilíbrio fundamental para a qualidade dos blocos de espuma produzido, evitando que o bloco polimerize antes que os gases saiam e causem rachos laterais.

Bloqueados

Os catalisadores bloqueados tem como principal função retardar o início da reação (tempo de creme), sem causar grande influência no tempo final de crescimento. Esse bloqueio pode ser aplicado nos catalisadores de expansão e polimerização ou em catalisadores balanceados que possuem os dois tipos (expansão e polimerização). 

Catalisadores Organometálicos

Os Catalisadores Organometálicos são projetados para uso na fabricação de espuma flexível de poliuretano e para acelerar a reação de adesivos aglomerantes a base de uretano. O Octoato de estanho é indispensável na fabricação de espuma flexível devido a sua excepcional capacidade de promover a reação de polimerização “isocianato-hidroxila”, usualmente chamada de reação de gelificação.

Deve ser mantido em recipientes fechados, em um lugar seco. Uma vez aberta a embalagem, ela deve ser usada o mais rápido possível (quando é diluído em poliol, a solução deve ser usada no mesmo dia).

Por que não utilizar apenas um determinado tipo de catalisador?

O tipo de catalisador a ser utilizado, bem como sua concentração, depende do tipo de espuma que se deseja produzir e também das características específicas do processo de produção, tais como: temperatura ambiente, temperatura da caixa, complexidade da formulação, formação de casca, tempo de cura e desmolde do bloco, altura, entre outras.

Desta maneira, é fundamental levar em consideração todas as características e particularidades do processo de produção, para que seja possível identificar qual é o catalisador mais adequado e que garante, consequentemente, uma maior qualidade na espuma final.


Confira também o Artigo “[Guia Completo] Tudo o que você precisa saber sobre Espumas Flexíveis” [Clique Aqui]


Tecnologia para Espumas Flexíveis

A Amino fornece a mais completa linha de soluções para Espumas Flexíveis de Poliuretano.

Silicones, Aminas, Pigmentos, Aditivos, Aglomerantes e Sistemas prontos para uso compõem um portfólio consistente quando o assunto é Poliuretano. Além disso, contamos com uma equipe técnica com os melhores especialistas em Poliuretano para ajudar e guiar nossos clientes pelo melhor caminho, aliando a qualidade das matérias primas com maior eficiência nos processos.

Confira algumas soluções da Amino para Espumas Flexíveis:

Aditivos de Performance

  • Silicones Surfactantes
  • Catalisadores Amínicos de Expansão e Gelificação
  • Catalisadores retardados
  • Catalisadores de baixo VOC
  • Octoato de estanho
  • Pigmentos em Líquido e em Pasta
  • Aditivo promotor de adesão (flame bonding)
  • Aditivo abridor de célula
  • Aditivo para alongamento e rasgo
  • Aditivo de dureza
  • Aditivo anti scorching
  • Antichama halogenado e não-halogenado)

Sistemas Flexíveis prontos para uso

  • Visco elástico para processo em bloco all MDI
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  • Visco elástico para processo moldado base MDI
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  • Sistema flexível HR processo em bloco base TDI
  • Sistema flexível HR moldado base MDI e base TDI

Produtos Complementares para Espumas Flexíveis

  • Cola de Aglomerado
  • Adesivo para colagem de espuma com fibra (esponja)
  • Mantas gel

Para saber mais sobre a Tecnologia Amino, entre em contato pelo telefone 11 4077-3777 ou e nos envie um email: vendas@amino.com.br

Tudo o que você precisa saber sobre Espumas Flexíveis

As Espumas Flexíveis de PU representam uma das maiores participações no mercado brasileiro consumidor de Poliuretano. A produção de espuma flexível de poliuretano envolve uma reação química entre os dois elementos: poliol e isocianato. A espuma resultante desta reação química é um material com características de conforto, flexibilidade, fácil de cortar, células abertas para passagem […]

As Espumas Flexíveis de PU representam uma das maiores participações no mercado brasileiro consumidor de Poliuretano.

A produção de espuma flexível de poliuretano envolve uma reação química entre os dois elementos: poliol e isocianato. A espuma resultante desta reação química é um material com características de conforto, flexibilidade, fácil de cortar, células abertas para passagem de ar, sendo reversivelmente deformável apresentando grande resistência ao rasgo e à fadiga. Além disso, essas espumas possuem maior resistência à deterioração em relação às espumas a base de látex de borracha natural.

A espuma flexível de PU pode ser produzida com várias densidades e graus variados de dureza, tornando-a a melhor escolha para várias indústrias, como por exemplo: colchões, móveis, estofados, indústria automotiva e calçadista. Podem ser produzidas em baixa ou larga escala, utilizando desde equipamentos simples aos mais sofisticados.

Tipos de Espumas Flexíveis:

  • Espuma convencional: Espuma flexível comumente utilizada em móveis, colchões, entre outras aplicações.
  • Espuma macia: Espuma flexível devidamente formulada para alcançar diversos níveis de maciez, proporcionando um fator maior de conforto em sua aplicação final.
  • Espuma firme: Assim como as espumas macias, a espuma firme também é obtida através das modificações nas formulações de espuma, possibilitando atingir níveis de firmeza adequados para cada tipo de aplicação.
  • Espuma de alta resiliência: Espuma especial com característica de retorno rápido e toque suave, muito utilizada em móveis (almofadas, assentos, encostos e lâminas te toque), colchões, bancos, artigos esportivos e ortopédicos.
  • Espumas hiper soft: A espuma hiper soft também é considerada uma espuma especial, por sua característica hiper macia e sensível ao toque. É utilizada em travesseiros, colchões e móveis, além de camas para pets.
  • Espuma visco elástica: As espumas visco elásticas (as famosas espumas da NASA) são muito conhecidas por proporcionarem um alto conforto, possuem baixíssima resiliência e retorno lento. São amplamente aplicadas em toda a indústria moveleira (móveis, travesseiros e colchões, por exemplo), além de artigos ortopédicos e esportivos.
  • Espumas Aglomeradas: Flocos de espumas aglomeradas por um adesivo poliuretânico. O bloco de espumas aglomeradas proporciona muita firmeza e alta capacidade de suporte. É bastante utilizada na fabricação de móveis e colchões.

Principais características da Espuma Flexível de Poliuretano:

  • Densidade.
  • Alongamento.
  • Resistência ao Rasgo.
  • Indentação.
  • Resistência a Deformação.
  • Resistência a Compressão.
  • Flamabilidade.
  • Fator de Conforto.
  • Resistência a UV.
  • Resiliência.
  • Passagem de ar.

Existem normas de órgãos de regulamentação específicas para cada tipo de aplicação (colchões, travesseiros, entre outros), propondo determinações de resistência ao rasgo e deformação, por exemplo. Essas normas específicas visam assegurar a qualidade e o melhor desempenho da espuma flexível.

Propriedades Físicas

Algumas propriedades físicas das espumas flexíveis são medidas seguindo métodos específicos de forma a garantir a qualidade e conformidade da espuma produzida, tais como:

Densidade

Densidade é a relação existente entre a massa e o volume de um material e deve ser controlada, pois a variação na densidade afeta características físicas da espuma como toque, retorno, deformação permanente, suporte, preenchimento (em caso de peças moldadas), entre outras. Além disso, a densidade pode influenciar no rendimento da espuma produzida e acarretar perdas no processo.

Força de Indentação

A força de indentação é uma das formas de medir o suporte de carga da espuma, caracterizando sua dureza e deve ser um dos parâmetros a serem avaliados para garantir que a espuma produzida tenha o suporte especificado como seu respectivo padrão. A alteração na dureza da espuma afeta o toque e o retorno da espuma e pode dar indícios de variações de estruturas presentes nas matérias-primas e/ou erros na formulação.

No método de ensaio de Força de Indentação a dureza é medida em Newtons (N) e este ensaio determina a capacidade de peso que a espuma suporta por m² (suporte de carga) simulando a compressão rotineira feita por uma pessoa. O teste no laboratório é feito conforme a Norma NBR 9176.

Retorno

O retorno é a capacidade da espuma de recuperação de sua forma original após compressão.

No método de análise do retorno a medição é realizada em segundos (s) através de um cronômetro digital, do momento em que a tensão sendo aplicada é retirada até a completa recuperação da forma inicial da espuma.

Resiliência

A resiliência é determinada pela quantidade de energia devolvida após a deformação, por aplicação de uma tensão. É medida normalmente em percentual da energia recuperada e fornece informações sobre o caráter elástico do material.

Segundo a norma ABNT NBR 13579:1 as espumas viscoelásticas devem apresentar resiliência abaixo de 15%.

O ensaio de análise da resiliência consiste na queda de uma esfera de aço sobre um corpo-de-prova de espuma e na medida da altura máxima do ressalto desta esfera (ABNT, NBR 8619, 2003).

Deformação Permanente

Segundo a ABNT NBR 8797, o ensaio consiste na medição da diferença entre as espessuras inicial e final de um corpo de prova de espuma flexível, após uma determinada compressão, à temperatura, umidade e tempo especificados.

No método de análise, a deformação permanente deverá ser medida conforme descrito na norma ABNT NBR 8797, utilizando-se os equipamentos Dispositivo de Compressão, Estufa e Escala.

Resistência ao rasgamento

Através deste ensaio, pode-se medir a resistência ao rasgamento em N/m que uma amostra de espuma oferece ao ser submetida a uma força tensora. Serve como parâmetro para avaliar a adequação da espuma em aplicações nas quais a espuma seja exposta a condições de cisalhamento e tração.

O ensaio para medir a Resistência ao Rasgamento consiste na aplicação de uma força tensora sobre uma amostra cortada de forma padronizada e será feito conforme norma ABNT NBR 8516.

Transição Vítrea (Tg)

A Tg é a propriedade do material onde podemos obter a temperatura da passagem do estado vítreo para um estado “maleável”, sem ocorrência de uma mudança estrutural. (IPEN, 2018).  NOTA: Não é um ensaio, sim uma definição.

Pele

A pele da espuma de poliuretano é a sua camada mais externa, onde em espumas moldadas ocorre maior compactação do material. Alguns fatores podem influenciar na pele da espuma e alterar suas características, como temperatura do molde, desmoldante inadequado ou até mesmo a quantidade de desmoldante utilizada. Fatores inerentes à formulação também podem influenciar na pele obtida na espuma. Desta forma, a pele das espumas moldadas deve ser observada.

A espuma não deve despelar – Perder parcial ou totalmente a pele – quando seguir todos os critérios estabelecidos de desmoldante e temperatura de molde. Desta forma, deve ser feita uma inspeção visual e tátil.

Tipos de Processos de Fabricação

Processo Descontínuo

 É um processo de fabricação de espumas flexíveis em blocos individuais. Este processo é econômico, simples e semelhante ao procedimento de laboratório.

O processo descontínuo é muito utilizado no Brasil por pequenas e grandes empresas devido ao seu baixo custo.

O processo descontínuo pode ser feito em blocos retangulares, blocos utilizando pressão negativa e blocos cilíndricos de diversos tamanhos para a produção de espumas especiais.

Processo Descontínuo: Bloco Retangular

Os blocos retangulares/quadrados geralmente são utilizados para espumas laminadas em colchões e diversas aplicações industriais.

Esse processo de espumação em caixotes, de variadas dimensões, é ideal para produção de espumas especiais ou ainda, em cores diferenciadas, geralmente empregadas para atender a pedidos de menor volume.

Características do Processo Descontínuo – Bloco Retangular:

  • Simples em termos de estrutura;
  • Econômico e semelhante ao procedimento usualmente empregado em laboratório;
  • Produção de pequenas quantidades de diferentes espumas;

Processo Descontínuo: Bloco Cilíndrico

Blocos de espuma confeccionados em molde cilíndrico que posteriormente são torneados para confecções industriais (bojo, calçados, matelassê, etc).

É possível utilizar cilindros de várias dimensões de acordo com a função desejada.

Características do Processo Descontínuo – Bloco Cilíndrico:

  • Diâmetro de até 2,20 m;
  • Altura de até 2,40 m;
  • Requer catalisação balanceada;
  • Requer silicones de alta performance;

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Confira o Artigo sobre Produção de Visco Elástico em Bloco Cilíndrico [Clique Aqui]

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Processo Descontínuo: Uniblock (pressão variável)

Blocos de espumas feitos em máquinas equipadas com câmaras onde a espuma se forma utilizando pressão variável.

Processo Contínuo (alta e baixa pressão)

Processo contínuo consiste em bombear com alta ou baixa pressão, em vazões controladas, os componentes através de um cabeçote misturador controlado eletronicamente. Essa mistura é derramada sobre uma esteira em movimento até o seu corte no final da linha de produção.

Características do Processo Contínuo:

  • Alta produtividade;
  • Alto controle de processo;
  • Alta qualidade para produto final;
  • Mão de obra especializada;
  • Maior custo/benefício;
  • Alto custo de investimento;
  • Extensa área de produção;

Principais aplicações: setor automotivo, confecções, calçados, esponja de limpeza.

Aglomerados de Espuma

Após a fabricação dos blocos de espuma no processo contínuo ou descontínuo, esses blocos são encaminhados para laminação onde, por consequência, são geradas muitas sobras – os chamados “scraps”.

Esses scraps de espuma podem ser misturados com um material aglomerante (pré polímero, que une os flocos de espuma), com o intuito de formar novos blocos de Espumas Aglomeradas. Estes blocos de espumas aglomeradas são utilizados em diversas aplicações, como tatames e colchões, além de cumprirem um papel “amigo do meio ambiente” contribuindo na redução da produção de resíduos oriundos do processo.

Segmentos de Aplicação da Espumas Flexíveis

Devido à sua grande versatilidade, as Espumas Flexíveis de Poliuretano se aplicam em diversos segmentos, como:

Setor Moveleiro:

  • Colchões
  • Travesseiros
  • Estofamento
  • Almofadas

Setor Automotivo:

  • Assento
  • Encosto
  • Apoio de cabeça
  • Dublagem de tecido para banco.

Setor Calçadista

  • Palmilha
  • cabedais.

Vestuário

  • Bojo
  • Roupas
  • Acolchoado.

Produtos de limpeza:

  • Esponjas de Limpeza
  • Esponjas de banho

Tecnologia para Espumas Flexíveis

A Amino fornece a mais completa linha de soluções para Espumas Flexíveis de Poliuretano.

Silicones, Aminas, Pigmentos, Aditivos, Aglomerantes e Sistemas prontos para uso compõem um portfólio consistente quando o assunto é Poliuretano. Além disso, contamos com uma equipe técnica com os melhores especialistas em Poliuretano para ajudar e guiar nossos clientes pelo melhor caminho, aliando a qualidade das matérias primas com maior eficiência nos processos.

Confira algumas soluções da Amino para Espumas Flexíveis:

Aditivos de Performance

  • Silicones Surfactantes
  • Catalisadores Amínicos de Expansão e Gelificação
  • Catalisadores retardados
  • Catalisadores de baixo VOC
  • Octoato de estanho
  • Pigmentos em Líquido e em Pasta
  • Aditivo promotor de adesão (flame bonding)
  • Aditivo abridor de célula
  • Aditivo para alongamento e rasgo
  • Aditivo de dureza
  • Aditivo anti scorching
  • Antichama halogenado e não-halogenado)

Sistemas Flexíveis prontos para uso

  • Visco elástico para processo em bloco all MDI
  • Visco elástico para processo em bloco base TDI
  • Visco elástico para processo moldado base MDI
  • Sistema hiper soft para processo em bloco base TDI
  • Sistema hiper soft para processo moldado base MDI
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  • Sistema flexível HR processo em bloco base TDI
  • Sistema flexível HR moldado base MDI e base TDI

Produtos Complementares para Espumas Flexíveis

  • Cola de Aglomerado
  • Adesivo para colagem de espuma com fibra (esponja)
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